Pool de eventos discute até domingo temas que estão na vanguarda da área de saúde.
Estarei participando do congresso de saúde, entre os dias 21 e 24 de agosto, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá, acontece o 9º Congresso Regional de Análises Clínicas do Centro-Oeste, o 2º Congresso Farmacêutico do Pantanal, o 1º Simpósio de Assistência Farmacêutica em Plantas Medicinais e Fitoterápicos no SUS e o Seminário Estadual de Vigilância em Medicamentos.
Os eventos são realizados em parceria pela Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC), pelo Conselho Regional de Farmácia do Estado de Mato Grosso (CRF-MT), pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) e pela Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT).
Uso racional de medicamentos. Prevenção do câncer de próstata por meio de exame de sangue. Plantas medicinais no tratamento de doenças tropicais como dengue e doença de Chagas. Fabricação de medicamentos sob medida após análise do código genético. Estes são alguns temas que colocam Cuiabá na vanguarda do conhecimento científico sobre saúde.
Vou abordar aqui no blog vários assuntos que serão discutidos neste congresso de saúde em Cuiabá, mesmo com todo calor estarei lá.

As longas distâncias que separam muitos brasileiros dos grandes centros de ensino e pesquisa fazem com que as escolas busquem maneiras de se aproximarem dos alunos para levar a eles a informação de maneira rápida, sem a exigência de que estes estudantes tenham que se deslocar até os pólos de ensino, para terem contato com as novidades tecnológicas, abandonando o posto de serviço e a família.
Uma das maneiras mais práticas é o ensino a distância via internet, sobre os quais sempre dou dicas e aponto algumas instituições que desenvolvem este tipo de ensino. O Telelab, para profissionais da área de diagnóstico laboratorial e hemocentros, é um exemplo, sobre o qual já comentei e publiquei uma relação de cursos oferecidos, é uma boa opção de estudo na área da saúde.
Da primeira vez, falei como ocorre o funcionamento, e como solicitar o curso a distância do Telelab, desta vez vou falar um pouco sobre a implantação e desenvolvimento do curso.
A implantação dos cursos do Telelab ficam a cargo da instituição que se inscrever, sendo a coordenação local responsável pela divulgação e instalação.
Depois de solicitado o curso, obedecendo aos pré-requisitos que ditam quais deles devem ser feitos primeiro, para proporcionar uma seqüência natural de ensino, (na próxima fase as opções de cursos se tornam mais abrangentes), é um momento importante para identificar dentro do grupo de trabalho quais são as principais deficiências e quais devem ser priorizadas, escolhendo o curso que mais se adequar a esta necessidade. Ao receber as fichas de inscrição, o grupo preenche e envia de volta a coordenação nacional do Telelab.
O pré-teste é a primeira avaliação, para conhecer o perfil e nível de entendimento do assunto, útil para posteriores adequações de programa, feito isso, irá começar a estudar o manual do aluno e assistir o DVD contendo resumo e algumas informações adicionais.
Alunos e coordenação podem avaliar a melhor maneira de estudar, e tirar as dúvidas. Depois estudar e assistir o DVD, é hora de fazer o pós-teste, que será enviado pelo coordenador do grupo de estudo, diretamente para a coordenação do Telelab.
Hoje, todo processo de solicitação, preenchimentos de fichas, consulta de resultados, pode ser feito diretamente pela página de administração do curso, via internet.
O sistema de Educação a Distância Telelab, é oferecido gratuitamente pelo Programa Nacional de DST/ AIDS, do Ministério da saúde.

Recentemente resolvi enviar alguns links para sites, tipo Digg, e tentar avaliar qual seria o resultado desta forma de socializar a informação que disponibilizo no blog. Raramente envio conteúdo para este ou aquele sites de compartilhamento, seja posts meus ou de outros blogs que eu leio, sobre colaboração e compartilhamento a Lúcia Freitas escreveu, realmente não tenho costume de enviar textos que eu tenha lido para sites como Uêba ou Dihitt, uma forma de colaboração que eu realizo, e a entendo como tal, é comentar em blogs, além disso, procuro sempre colaborar com chamamentos e textos para causas que estão necessitando serem abordadas, mesmo assim estou longe de alcançar um nível de colaboração e compartilhamento ideal, por vários motivos, sei que é possível evoluir neste sentido. Ou como disse a Lúcia:
[...] não tenho todo o conhecimento. Dependo de outros para conseguir ir em frente. E ofereço em troca o que sei, uma ajuda no que me é possível. Todo mundo ganha nesta roda. Difícil é quando a proposta é: você me dá o que tem e eu te devolvo um tapinha nas costas [...]
O Gilberto “Knutz” do CyberVida, o cara que bate o martelo no Uêba, aponta quem vai aparecer no site e quem não vai, conta, de maneira bastante equilibrada, um pouco desta rotina de receber material de qualidade e outros nem tanto. Fala ainda, nos comentários do post, que está criando um mecanismo para ajudar classificar blogs colaboradores e seus links enviados, uma idéia que pode ser muito útil para ele e para os freqüentadores do Uêba. E quanto ao novo Yahoo! Posts, é uma boa proposta, de uma forma ou de outra, todos os blog podem ser beneficiados, se o compartilhamento por parte daqueles que estão inseridos no projeto for exercido, acredito que será, e espero que não se tornem ilhas.
É sobre o Uêba que também quero comentar sobre o envio de conteúdo, como disse, enviei, para ver qual seria o resultado, e o Uêba foi uma grata surpresa, tive aprovado o post sobre teste de paternidade feito em casa, o link recebeu numerosos click, e eu, numerosas visitas no blog. As outras redes de compartilhamento também me enviaram várias visitas, mas nada comparado ao Uêba. Acabei de mandar um link, post escrito pelo Noronha - Google Knol: Uma Wikipedia Não Era Suficiente?.
Percorrendo estes sites, para submeter os links, em muitos deles senti falta de uma categoria que possa incorporar material relativo à saúde, mas no contexto geral a experiência foi boa.

A joey do eu era pop, já indicou um dos que estão colaborando para alavancar as vendas do famoso botox.
Mesmo a economia estando em declínio nos Estados Unidos, as vendas de botox aumentou 13% no último trimestre, segundo a Sociedade Americana para Cirurgia Dermatológica.
Apesar da economia não estar firme as pessoas procuram formas de manter uma aparência jovem. Hoje em dia, não é somente uma questão de vaidade, mas o próprio trabalho exige uma boa aparência.
Além do problema econômico, outro fato que poderia influenciar a queda na procura por tratamentos a base de botox, que não se confirmou, seria a investigação que sofreu a substância presente no botox, mesmo assim, a ânsia por mudanças na aparência falou mais alto, em muitos casos ocorre até exageros no uso da toxina botulínica, resultado, aumento na procura pelo produto.
