O estudo revelou que depois de expor os testículos ao ultrassom, a produção de esperma foi interrompida, o tratamento faz com que os tubos de retenção do esperma, pare de produzir novas células germinativas e o esperma já existente fica sem função ativa, deixando assim o homem temporariamente estéril, mas estas células germinativas voltam a ser produzidas.
Financiado pela Fundação Bill & Melinda Gate, por volta de US$ 100 mil (quase R$ 180 mil), James Tsuruta, coordenador do estudo na UCN, disse que tem intenção é de usar instrumentos terapêuticos, comumente encontrados nos consultórios clínicos, medicina esportiva e clínicas de fisioterapia como forma barata e reversível de anticoncepção, principalmente em países menos favorecidos.
O grandes desafios da pesquisa deve ser afinar esta técnica para que o efeito possa ser o máximo e a segurança seja ótima.
Uma recomendação importante neste momento, para que ninguém, por enquanto, use este método, com os equipamentos já existentes, aguarde as pesquisas terminarem, pode ser que existam riscos relacionados a este procedimento.
Textos relacionados:
- Homem com ejaculação precoce preferia ter e. retardada – Anejaculação causa transtorno
- Período fértil – Aplicativo calcula próximo período menstrual e data da ovulação
- Sangue no esperma – Consulta e exames para esclarecer presença de sangue ao ejacular
- Anticoncepcional para homens, uma incógnita
- Teste de gravidez – Perguntas, respostas e resultados
- Ejaculações freqüentes produzem espermatozóides de melhor qualidade.
- Pílula antibarriga – Mais uma vez somos cobaias













Pingback: Marcela Klein