
Os testes disponíveis para resultados em poucos minutos diagnostica a presença do vírus influenza A, podendo ajudar o clínico, descartando casos suspeitos, ou incluindo para realizar testes mais sensíveis em casos que apresentem sinais e sintomas relacionados a gripe.
Estes testes existentes verificam a presença do vírus A e B, em material biológico de origem respiratória. Deve ser usado com cautela pois ainda não existem estudos sobre falso positivo e falso negativo em amostras que contenham o vírus H1N1, mas conforme observações feitas no novo vírus, ele possui as mesmas características dos outros influenza A. Alguns laboratórios que possuem o kit para influenza A e B relatam este evento e indicam o uso dos testes.
Portanto é prudente ao usar estes testes rápidos fazê-lo como parte de um completo rastreio diagnóstico, incluindo confirmação da presença do vírus H1N1 por outros métodos como PCR-RT e cultura viral.
O blog Scientific Blogging, informa que a empresa Arrayit Corporation, fabricante de testes para exame rápido está desenvolvendo um teste específico para vírus gripe A influenza H1N1 e a produção deve começar nas próximas semanas.
No caso dos testes que já existem no mercado para influenza A e B a sensibilidade avaliada situa-se em torno de 50 a 70% ao ser comparado com cultura viral e PCR-RT. Outro fator importante é o tipo de amostra coletada que pode influenciar nos resultados finais, devendo ser realizada nos primeiros dias que surgem os sintomas clínicos de indício de gripe.
Algumas marcas e métodos estão disponíveis para serem utilizados visando promover um resultado confiável podendo desta forma iniciar uma terapia medicamentosa direcionada. Entre os testes existentes algumas diferenças devem ser observadas para evitar exames de características inespecíficas.
- Alguns podem identificar o vírus A e B e diferenciá-lo.
- Outros podem identificar o vírus A e B, mas não podem diferenciá-lo.
- E muitos deles variam entre si de acordo com a precisão do teste em função do tipo de material coletado.
Em alguns casos é necessário criar mecanismo de absorção de material por outras instituições e estas realizarem provas mais especializadas, como é o caso no Brasil dos laboratórios Adolfo Lutz (São Paulo), Fiocruz (Rio de Janeiro) e Evandro Chagas (Belém), que estão recebendo esta semana kits de teste rápido, foram escolhidos por serem referência para a OMS no país.
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