Todos sabem que eu critico algumas políticas que o ministério da saúde implementa, caso da defesa do aborto, no meu ponto de vista atitude reprovável, isso é atacar o problema apenas quando ele já aconteceu, o foco deve ser prevenção e informação, efetiva. Mas quando o MS cria políticas como esta para os atendimentos emergenciais, é bem-vinda. Uma boa rede básica é importante, ou melhor, importantíssimo, mas não podemos esquecer os atendimentos emergenciais, que padecem devido a falta de atenção.
Outra coisa que deve ser lembrada é a questão dos profissionais para prestar atendimento nestas novas unidades em quantidade insuficiente também não resolve o problema, sem eles nada funciona.
O próprio ministério da saúde calcula que pelo menos 70% dos atendimentos realizados nos hospitais poderiam encontrar solução nas Unidades de Pronto-Atendimento. Melhoraria o atendimento nos hospitais, o paciente seria muito melhor assistido.
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