
Com o fracionamento a população tem o direito de adquirir apenas a quantidade de medicamentos que seja necessária para tratar o problema que fora diagnosticado, evitando gastos, acumulo de medicamentos em casa e consequentemente acidentes e usos posterior por impulso, destes produtos.
Depois de mais de cinco anos do decreto presidencial autorizando o uso do medicamento fracionado, cada um dos segmentos que compõem a cadeia do medicamento, indústria, médicos, farmácias, consumidores e também o congresso nacional, ainda não fizeram efetivamente sua parte para que o benefício seja usufruído plenamente.
A indústria não tem grande interesse econômico na produção deste tipo de medicamento, os médicos não estão totalmente engajados e alguns ainda sofrem influência da indústria, farmácias também não se interessam financeiramente pela venda e muitas estão sob “domínio” das grandes corporações farmacêuticas, consumidores não cobram e muitos ainda não sabem deste direito, o congresso não aprova a lei que tramita, e diria mais, o governo decretou, implementou, mas não se empenhou na continuidade do projeto.
Basicamente são estes pontos que impedem uma harmonia na produção e consumo do medicamento fracionado, além destes outros podem influenciar, mas o debate para aparar arestas relativas a cada segmento, deve existir, pode afastar os problemas e todos podem ganhar com o medicamento fracionado.
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