Atualmente a maioria dos laboratórios, ao realizarem exames químicos em amostras de urina, contam com pequena fita rígida onde fica impregnado substâncias químicas específicas, ao entrarem em contato com a urina desenvolvem diferentes cores que podem ser identificadas a olho nu, em alguns casos máquinas mais robustas e de alto custo fazem esta análise automática, mas um novo equipamento mais barato esta sendo proposto, usa um smartphone para leitura química da amostra.

Para uma correta análise da parte química da urina o ambiente deve ser bem iluminado, homogeinizar bem a urina não centrifugada, submergir completamente todas as áreas da fita, retirar a fita imediatamente de dentro do recipiente, eliminar o excesso de urina em papel absorvente, aguardar o tempo recomendado para a reação, e só depois fazer a verificação do resultado seguindo uma tabela de cores, além disso a pessoa que for fazer a leitura precisa ser bem treinada. Mesmo assim, pequenas variações de um agente para outro pode ocorrer, um equipamento automatizado evita alguns problemas relacionados a esta análise.

Como funciona o equipamento para avaliação química da urina

Na Universidade de Stanford pesquisadores estão desenvolvendo um dispositivo fácil de usar que pode essencialmente automatizar todo o processo e até mesmo ler os resultados do teste químico. É uma pequena caixa preta com um mecanismo que separa a amostra de urina em quantidades idênticas e depois coloca estes volumes em dez orifícios na parte inferior da caixa.

equipamento para análise de urina usa smartphone

Abaixo da cavidade é possível acoplar a fita tradicional usada hoje em dia. Uma pequena porção de urina será lançada em cada área da fita para realizar a determinação química. Depois será inserido na parte superior da caixa um smartphone, e este por meio de um aplicativo inicia a análise da amostra tirando uma foto e interpretando as cores automaticamente.

A iluminação padronizada da luz LED do smartphone ajuda a garantir que o teste seja calibrado e os resultados precisos.

O processo de análise da parte química da urina se torna mais barata e melhor padronizada, além de proporcionar testes em locais mais remotos.