
Esta primeira pesquisa não deixa de ser verdade, é certo que aumentam, apenas cai por terra à idéia de que isso seria favorável para melhorar a fertilidade.
Aumenta a quantidade, em contrapartida cai a qualidade destes espermatozóides, pois, diz a pesquisa, ficam no epidídimo (canais dentro dos testículos) mais tempo e assim estariam expostos a radicais livres que prejudicam suas características, deformando suas estruturas, quando vistos ao microscópio (espermograma), tornando-os inviáveis para fecundação.
Comprovaram por estudos feitos comparando amostras de espermatozóides em ejaculações freqüentes com aquelas após três dias de abstinência, e os resultados foram espermas menos deformados ao ejacularem no mínimo diariamente.
Se os espermatozóides ficam expostos menos tempo aos radicais livres sofrem menos alterações melhorando a qualidade.
Estimativas da Organização Mundial de Saúde apontam que 50 e 80 milhões de pessoas em todo o mundo lutam para superar problemas de infertilidade.
Se partirmos deste pressuposto apresentado pela pesquisa, na condição de bioquímico e responsável por analisar amostras deste material biológico irei propor em outro artigo mudanças nas técnicas de coleta para realização do espermograma.
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