
O gadget chega no momento certo, quando hospitais começam a digitalizar imagens, abandonar papel e caneta, com isso, trabalhadores da saúde ganham tempo para se dedicar mais aos seus pacientes, e profissionais da tecnologia da informação contam com um leque maior de possibilidades para oferecer soluções para os problemas de lançamento, acesso e manipulação dos dados da instituição.
Bertalan Mesko aponta alguns inconvenientes, como falta de uma câmera para telemedicina; a carga da bateria quando acaba e o trabalho deve continuar terá que carregar novamente; o não suporte a mouse; não possuir flash e muitos sites médicos são em flash. Bertalan destaca um fato importante quando cita a questão de não ser possível usar o teclado quando estiver usando luvas. Algumas destas dificuldades certamente devem ser minimizadas com os acessórios que estão previstos para o equipamento e na versão 2.0.
Caitlin Cohen, destaca a importância de se usar o iPad próximo ao leito para que médicos possam prescrever digitalmente evitando erros de medicação devido a má qualidade da letra. Aborda ainda que médicos poderiam fazer imagens de uma ferida, compartilhando com outros colegas distantes para outras opiniões sobre o caso, assim que for incorporado câmera no iPad.
Enfermeiros podem acessar gráficos de medicação do paciente e controlar doses ingeridas, fisioterapeutas podem acompanhar a evolução dos pacientes assistidos por eles, lançando dados informados pelo próprio paciente, criando gráficos de evolução. Farmacêuticos controlam saídas de medicamentos e interações medicamentosas para receitas atendidas, bioquímicos podem emitir comunicados específicos, informando resultados de exames com valores críticos diretamente para o iPad do médico deste paciente.
A tela maior que smartphones convencionais, como iPhone e não tendo os inconvenientes de um laptop, possibilita ao médico acessar no iPad imagens geradas no centro de imaginologia do seu hospital, ao lado do leito do paciente, fazendo a anamnese e olhando as imagens no seu gadget, além disso, a grande quantidade de aplicativos, quase 5 mil para saúde e fitness atualmente disponível na AppStore aplicáveis a iPad, fazem dele uma ferramenta ideal para as condições relacionadas à saúde, oferecendo mobilidade real, mesmo com alguns importantes inconvenientes, deve fazer parte da rotina dos profissionais da saúde.
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