
O fundo será administrado por uma equipe da fundação de Pequim. As ações serão dirigidas aos programas que trabalham com prevenção em grupos de risco, incentivo à realização do exame de HIV, suporte a portadores do vírus da AIDS e redução do estigma relacionado à doença.
Dos 50 milhões de dólares, 20 milhões vão ser aplicados pelo próprio ministério da saúde e os outros 30 milhões serão dirigidos a diversas ONG em programas locais, nacionais e internacionais.
A medida é salutar, apenas discordo do local de aplicação dos valores, entenderia se fosse na área de pesquisa, como prevenção, diagnóstico e redução do estigma sobre a doença, por eleição de prioridades, os países da África teriam que ser escolhidos. Mesmo imaginando que esta boa ação tenha algum caráter mercadológico, a iniciativa é digna de aplauso.
Textos relacionados:
- HIV Teste rápido na saliva, pesquisa compara com valor no sangue, e aprova, opinião sobre venda do kit na farmácia
- Carnaval – Folião campeão usa camisinha do início ao fim da relação
- Avanço da ciência do ano: o tratamento do HIV como prevenção
- HIV – Sexo oral também é uma prática de risco
- Camisinha, sempre – A escola campeã canta este samba enredo
- Dia mundial de luta contra a AIDS – Acesso Universal e Direitos Humanos
- HIV e AIDS – Breves relatos de vida


Pingback: Meu Google Reader (12/11 - 20/11) | 30 & Alguns
Pingback: Meu Google Reader (12/11 – 20/11) | 30 & Alguns
Pingback: Meu Google Reader (12/11 – 20/11) | 30 e Alguns