
As conclusões são de pesquisas realizadas pelo professor Newton Madeira, do Departamento de Parasitologia doInstituto de Biociências, câmpus de Botucatu que orientou um estudo de campo das enfermeiras Lúcia Silva e Rúbia de Aguiar Alencar.
“Nos países desenvolvidos, a comunidade dermatológica discute sobre a classificação da pediculose como doença, porque eles realmente se preocupam com o impacto na qualidade de vida do jovem infectado”, Diz Newton. Afirma ainda que, as autoridades brasileiras agem com descaso. Faltam infra-estrutura necessária e equipe qualificada para um trabalho de controle.
A coceira que o piolho causa na cabeça da criança geralmente leva a pequenas feridas que muitas vezes desencadeia problemas de irritação, dificuldade de dormir, infecções secundários por bactérias e em algumas situações onde a infestação é alta pode acontecer casos de anemia. Quando a criança é submetida ao exame de sangue hemograma o problema é identificado, pois o inseto suga o sangue.
O tratamento deve ser realizado de preferência com pente fino de plástico é a forma mais eficaz e mais econômica de eliminar o piolho, recomenda o professor Madeira.
As conclusões do professor Madeira condizem com a realidade, não só da área pesquisada, mas de todo país, o problema é ignorado pelos governantes, e digo mais, muitas vezes os alunos sofrem, até mesmo, discriminação pela presença dos piolhos, um fato verificado em muitas escolas, principalmente aqueles alunos que são acometidos pela infecção repetidas vezes por este parasita.
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